Monólogo da mente condicionada
- Nelson Jonas

- 21 de mar.
- 1 min de leitura
Este é o monólogo da voz da mente condicionada: aquela que sussurra nas brechas, que finge ser você, que fabrica culpas, medos e desejos. Um retrato cru do mecanismo invisível que prende tantos numa prisão construída por escolhas automáticas, ilusões de sucesso e necessidades inventadas.
Se você já se pegou acreditando em pensamentos que não são seus, se já percebeu o peso da comparação, da ambição e da máscara social, este texto pode ser um espelho incômodo — mas libertador.
A observação passiva e não reativa é a chave para ver essa voz com clareza… e rir dela.



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